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Psicóloga de extrema esquerda que jogou objetos em idosa de 73 anos na marcha cristã pela família é presa por tentativa de homicídio

Idosa chegou a ficar desacordada e precisou levar pontos na cabeça após ser atingida pelo maracujá congelado que é igual uma pedra, objeto f...


Idosa chegou a ficar desacordada e precisou levar pontos na cabeça após ser atingida pelo maracujá congelado que é igual uma pedra, objeto foi arremessado pela psicóloga Daniela Ribeiro Matheus ativista de esquerda
Mulher responsável por arremessar a fruta foi presa por tentativa de homicídio
Organização do evento lamentou o incidente.
Uma idosa de 73 anos ficou ferida após ser atingida por um maracujá congelado quando participava da Marcha da Família Cristã pela Liberdade em Curitiba, no último domingo. As informações foram divulgadas pelo UOL.
A mulher, que não teve a identidade revelada, caminhava ao lado de centenas de outras pessoas quando a fruta congelada que é igual uma pedra acertou sua cabeça. Ela chegou a ficar desacordada e precisou ser encaminhada a um hospital da região, onde recebeu pontos e foi liberada por volta das 22 horas.
De acordo com a organização do evento, a marcha repudiava a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de dar autonomia aos estados e municípios para decidirem sobre a reabertura de templos religiosos para realização de cultos e celebrações presenciais durante a pandemia de Covid-19.
Mulher que tentou matar a idosa foi presa por tentativa de homicídio
A mulher que arremessou a fruta foi presa ainda no domingo por tentativa de homicídio. 
De acordo com a organização do evento, o objeto foi lançado da janela do 13º andar de um prédio na Avenida Visconde de Guarapuava.
Todo mundo viu a mulher jogando as frutas, sendo que uma dessas acertou essa senhora. Era uma marcha tranquila e sem nenhum incidente. Uma mulher de 53 anos quase matar alguém mostra que vivemos o fim do mundo mesmo", disse Renato Gasparin, coordenador da marcha, ao UOL.
Apesar de os argumentos defendidos pelo evento irem ao encontro do que sustenta o Governo Federal, Gasparin garantiu que não se tratou de um ato político.
"A gente não pode levar bandeira do Brasil que o pessoal já pensa que é evento do [presidente Jair] Bolsonaro. A marcha ontem era pela família cristã. Acredito que essa mulher pensou que ficaria impune ou que ninguém a perceberia.”


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