O militar da reserva da Aeronáutica Juenil Bonfim de Queiroz vai a júri popular no dia 2 de dezembro, às 9h, pela morte da esposa, Francisca...
O militar da reserva da Aeronáutica Juenil Bonfim de Queiroz vai a júri popular no dia 2 de dezembro, às 9h, pela morte da esposa, Francisca Naíde de Oliveira Queiroz, de 57 anos, e de um ex-vizinho do casal, Francisco de Assis Pereira da Silva, de 41 anos, por ciúmes.
A sessão do Tribunal do Júri de Brasília foi marcada nesta quarta-feira (29), e o julgamento ocorre dois anos e meio após o delito.
Juenil responde por dois delitos qualificados por motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas.
O da esposa também é agravado por feminicídio.
O delito ocorreu em 12 de junho de 2019, Dia dos Namorados, no prédio onde o militar morava com a esposa, no Cruzeiro.
Segundo as investigações, o acusado acreditava que as vítimas tinham uma relação extraconjugal, mas Francisco era casado com outro homem.
O delito ocorreu em 12 de junho de 2019, Dia dos Namorados, no prédio onde o militar morava com a esposa, no Cruzeiro.
Segundo as investigações, o acusado acreditava que as vítimas tinham uma relação extraconjugal, mas Francisco era casado com outro homem.
O delito foi gravado.
Ao chegarem no prédio, Juenil Queiroz e Francisca Naíde encontraram Francisco de Assis Pereira da Silva, o ex-vizinho de quem o militar tinha ciúmes. Francisco estava com o companheiro, Marcelo Brito.
Durante 9 minutos, Marcelo filmou a discussão entre o militar e as vítimas até o instante em que o sargento atirou na esposa e em Francisco.
Os dois tinham ido visitar amigas que moravam no mesmo prédio onde residiram por dois anos. Lá, o sargento da reserva da Aeronáutica chamou Francisco para conversar no apartamento onde morava com a mulher e a discussão teve início.
Após a morte das vítimas, o acusado pediu a Marcelo que chamasse a polícia. O companheiro de Francisco então saiu correndo do apartamento e conseguiu ajuda.
As vítimas;

Francisca Naíde de Oliveira Queiroz, de 57 anos, foi atingida por pelo menos quatro disparos e, segundo a polícia, morreu na hora. Francisco de Assis Pereira da Silva, de 41 anos, foi atingido com um tiro na cabeça.
Ele chegou a ser levado para o Hospital de Base, mas não resistiu.
A esposa sabia que o marido era ciumento e agressivo. Em outubro de 2018, ela pediu proteção à Justiça e afirmou ter sido agredida por Juenil Queiroz. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, uma ocorrência foi registrada na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam).
O inquérito foi concluído em março de 2019, e a Justiça tornou o militar réu pelos delitos de injúria, dano e vias de fato. No mês seguinte, no entanto, Francisca desistiu do processo contra o marido.

'O medo nos paralisou'
Após os delitos, o companheiro de Francisco, Marcelo Brito, contou o que sentiu nos momentos sob a mira da arma do militar
"A gente não teve ação nenhuma para nos defendermos.
Ao chegarem no prédio, Juenil Queiroz e Francisca Naíde encontraram Francisco de Assis Pereira da Silva, o ex-vizinho de quem o militar tinha ciúmes. Francisco estava com o companheiro, Marcelo Brito.
Durante 9 minutos, Marcelo filmou a discussão entre o militar e as vítimas até o instante em que o sargento atirou na esposa e em Francisco.
Os dois tinham ido visitar amigas que moravam no mesmo prédio onde residiram por dois anos. Lá, o sargento da reserva da Aeronáutica chamou Francisco para conversar no apartamento onde morava com a mulher e a discussão teve início.
Após a morte das vítimas, o acusado pediu a Marcelo que chamasse a polícia. O companheiro de Francisco então saiu correndo do apartamento e conseguiu ajuda.
As vítimas;

Francisca Naíde de Oliveira Queiroz, de 57 anos, foi atingida por pelo menos quatro disparos e, segundo a polícia, morreu na hora. Francisco de Assis Pereira da Silva, de 41 anos, foi atingido com um tiro na cabeça.
Ele chegou a ser levado para o Hospital de Base, mas não resistiu.
A esposa sabia que o marido era ciumento e agressivo. Em outubro de 2018, ela pediu proteção à Justiça e afirmou ter sido agredida por Juenil Queiroz. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, uma ocorrência foi registrada na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam).
O inquérito foi concluído em março de 2019, e a Justiça tornou o militar réu pelos delitos de injúria, dano e vias de fato. No mês seguinte, no entanto, Francisca desistiu do processo contra o marido.

'O medo nos paralisou'
Após os delitos, o companheiro de Francisco, Marcelo Brito, contou o que sentiu nos momentos sob a mira da arma do militar
"A gente não teve ação nenhuma para nos defendermos.
O medo nos paralisou", disse.
O gerente de vendas afirma que o companheiro foi surpreendido pela acusação de ter um caso com a esposa do militar. Ele, Francisco e Francisca ficaram ouvindo as afirmações do ex-vizinho que dizia "ter provas do relacionamento dos dois".
"Eu jamais podia imaginar que seria esse o assunto. Francisco ficou pasmo ao ver que estava sendo acusado de ter um relacionamento com a mulher dele."

Com informações do site: G1, Pedro Alves.
O gerente de vendas afirma que o companheiro foi surpreendido pela acusação de ter um caso com a esposa do militar. Ele, Francisco e Francisca ficaram ouvindo as afirmações do ex-vizinho que dizia "ter provas do relacionamento dos dois".
"Eu jamais podia imaginar que seria esse o assunto. Francisco ficou pasmo ao ver que estava sendo acusado de ter um relacionamento com a mulher dele."

Com informações do site: G1, Pedro Alves.

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