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Comando Vermelho dá golpe de R$ 13 mil em administrador regional do DF

  As investigações identificaram que três suspeitos, todos presos, usaram um telefone aleatório com a foto de uma filha da vítima no WhatsAp...

 

As investigações identificaram que três suspeitos, todos presos, usaram um telefone aleatório com a foto de uma filha da vítima no WhatsApp
Encarcerados em cadeias de Goiás e de São Paulo, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) seguem disparando mensagens pelos WhatsApp se passando por parentes de vítimas escolhidas como alvos de golpes. 
Uma delas foi a mãe do administrator regional de Samambaia, Gustavo Almeida Aires.
 A idosa, de 60 anos, amargou um prejuízo de R$ 13 mil.
As investigações identificaram três suspeitos, todos presos, que usaram um telefone aleatório com a foto de uma filha da vítima no perfil do WhatsApp. 
Os criminosos enviaram mensagens à idosa pedindo transferências via PIX com a justificativa de que o dinheiro seria para a neta da senhora. 
O trio foi individualizado e indiciado pelos crimes de estelionato.
O primeiro contato dos criminosos ocorreu em 10 de julho deste ano. 
A mãe do administrator prontamente transferiu via PIX R$ 9.998,22, acreditando que a beneficiária seria a filha. 
No entanto, o dinheiro caiu na conta de um dos criminosos que integram a facção criminosa. 
No dia seguinte, outro comparsa entrou em contato com a idosa pedindo nova transferência, desta vez de R$ 3 mil.
Crime descoberto
A vítima percebeu que havia caído em um golpe e perdido R$ 13 mil quando resolveu mandar um comprovante de depósito para o verdadeiro WhatsApp da filha. 
“Minha mãe é muito ativa em redes sociais e utiliza o WhatsApp com desenvoltura. 
Quando esses golpes ocorreram ela estava resolvendo uma série de problemas familiares e foi pega de surpresa”, explicou Gustavo Aires.
Segundo o administrador, após perceber o desfalque, a mãe ainda voltou a receber novos contatos pelos faccionados do CV tentando enganá-la novamente. 
“No entanto, minha mãe já estava esperta e não voltou a fazer transferência. 
É preciso reforçar que esses crimes praticado atrás dos muros das cadeias precisa ser combatido, pois provoca uma sensação de impotência grande nas vítimas”, ressaltou o administrador.

Por Carlos Carone Mirelle Pinheiro – Metropoles

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