Moro desiste de candidatura à Presidência da República Ex-juiz Sergio Moro anunciou desistência da corrida presidencial em redes sociais apó...
Moro desiste de candidatura à Presidência da República
Ex-juiz Sergio Moro anunciou desistência da corrida presidencial em redes sociais após filiação ao partido União Brasil nesta quinta (31/3).
São Paulo – O ex-juiz Sergio Moro anunciou nesta quinta-feira (31/3) que não vai disputar a Presidência da República.
A confirmação da saída de Moro da corrida presidencial ocorreu logo após sua filiação ao partido União Brasil, formalizada nesta tarde
Em suas redes sociais, o ex-ministro da Justiça escreveu:
“O Brasil precisa de uma alternativa que livre o país dos extremos, da instabilidade e da radicalização. Por isso, aceitei o convite do presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, para me filiar ao partido e, assim, facilitar as negociações das forças políticas de centro democrático em busca de uma candidatura presidencial única.
A troca de legenda foi comunicada à direção do Podemos, a quem agradeço todo o apoio. Para ingressar no novo partido, abro mão, neste momento, da pré-candidatura presidencial, e serei um soldado da democracia para recuperar o sonho de um Brasil melhor”.
Apesar da notoriedade, o ex-juiz também carrega uma série de controvérsias: divulgação de dados sigilosos durante a condução da Lava Jato, acusações de desvios de conduta, envolvimentos políticos, contratação pela empresa Alvarez & Marsal (que presta consultoria a empresas envolvidas na Lava Jato) e acusações de corrupçãoRafaela Felicciano/Metrópoles

Sergio Fernando Moro, nascido em 1972, é ex-juiz, ex-ministro da Justiça, ex-professor, advogado e político brasileiro. Natural de Maringá, no Paraná, Moro é pré-candidato à Presidência da República pelo partido Podemos (PODE)Rafaela Felicciano/Metrópoles

Em 1995, Sergio Moro se formou em direito na Universidade Estadual de Maringá e, mais tarde, cursou mestrado e doutorado na Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde também exerceu carreira acadêmica até 2012 Andre Borges/Esp. Metrópoles
Durante a carreira, atuou em diversos casos, como o escândalo do Banestado, e a Operação Farol da Colina; foi juiz auxiliar no STF, e assessorou a ministra Rosa Weber durante o julgamento do mensalão, mas foi após atuar na Operação Lava Jato que ele ganhou notoriedade no Brasil e no mundo.
Em 2017, Sergio Moro condenou o ex-presidente Lula a 9 anos e 6 meses de prisão por crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro. A sentença, no entanto, foi posteriormente anulada pelo STF, e Moro foi acusado de agir com parcialidade no julgamento. Como consequência, o ex-ministro teve todos os atos do processo anulados e Lula se tornou elegível.
Em novembro de 2018, Moro pediu exoneração da magistratura e, em 1º de janeiro de 2019, assumiu o controle do Ministério da Justiça e Segurança Pública, no governo Bolsonaro
Em 24 de abril de 2020, no entanto, o ex-juiz pediu demissão do cargo de ministro, após Bolsonaro exonerar o diretor-geral da Polícia Federal
Desde então, a relação entre Sergio Moro e Bolsonaro foi de mal a pior.
O ex-juiz, inclusive, tornou-se forte oposição ao governo de Bolsonaro e, desde que deixou a magistratura e o Ministério da Justiça, passou a advogar e atuar como consultor para empresas privadas

Casado com Rosangela Wolff de Quadros Moro e pai de dois filhos, Moro se filiou ao partido Podemos no dia 10 de novembro de 2021 e se lançou pré-candidato à Presidência da República
No decorrer da carreira, ganhou inúmeros prêmios no Brasil e no exterior. Um deles foi o da revista Time, que o considerou uma das cem pessoas mais influentes do mundo. A Bloomberg o considerou o 10º líder mais influente do planeta e, em 2019, o jornal britânico Financial Times o elegeu uma das 50 pessoas de destaque do mundo. Sergio foi o único brasileiro a ser mencionado
Apesar da notoriedade, o ex-juiz também carrega uma série de controvérsias: divulgação de dados sigilosos durante a condução da Lava Jato, acusações de desvios de conduta, envolvimentos políticos, contratação pela empresa Alvarez & Marsal (que presta consultoria a empresas envolvidas na Lava Jato) e acusações de corrupção
Sergio Fernando Moro, nascido em 1972, é ex-juiz, ex-ministro da Justiça, ex-professor, advogado e político brasileiro. Natural de Maringá, no Paraná, Moro é pré-candidato à Presidência da República pelo partido Podemos (PODE)Rafaela Felicciano/Metrópoles
O ex-ministro da Justiça decidiu deixar o Podemos, partido ao qual se filiou em novembro de 2022.
A mudança foi formalizada nesta tarde em um hotel situado na zona sul de São Paulo, onde Moro assinou o termo de filiação, como antecipou o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles.
A expectativa, segundo o colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, é que Moro saia como candidato a deputado federal pelo estado de São Paulo.
Casado com Rosangela Wolff de Quadros Moro e pai de dois filhos, Moro se filiou ao partido Podemos no dia 10 de novembro de 2021 e se lançou pré-candidato à Presidência da República
No decorrer da carreira, ganhou inúmeros prêmios no Brasil e no exterior. Um deles foi o da revista Time, que o considerou uma das cem pessoas mais influentes do mundo. A Bloomberg o considerou o 10º líder mais influente do planeta e, em 2019, o jornal britânico Financial Times o elegeu uma das 50 pessoas de destaque do mundo. Sergio foi o único brasileiro a ser mencionado
Apesar da notoriedade, o ex-juiz também carrega uma série de controvérsias: divulgação de dados sigilosos durante a condução da Lava Jato, acusações de desvios de conduta, envolvimentos políticos, contratação pela empresa Alvarez & Marsal (que presta consultoria a empresas envolvidas na Lava Jato) e acusações de corrupção
Sergio Fernando Moro, nascido em 1972, é ex-juiz, ex-ministro da Justiça, ex-professor, advogado e político brasileiro. Natural de Maringá, no Paraná, Moro é pré-candidato à Presidência da República pelo partido Podemos (PODE)Rafaela Felicciano/Metrópoles
O ex-ministro da Justiça decidiu deixar o Podemos, partido ao qual se filiou em novembro de 2022.
A mudança foi formalizada nesta tarde em um hotel situado na zona sul de São Paulo, onde Moro assinou o termo de filiação, como antecipou o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles.
A expectativa, segundo o colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, é que Moro saia como candidato a deputado federal pelo estado de São Paulo.
Fonte: Metropoles

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