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sexta-feira, 1 de junho de 2018

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JC Online
A Petrobras anuncia a demissão do presidente Pedro Parente na manhã desta sexta-feira, dia 1º de junho. O executivo estava, por volta das 11h30, em reunião com o presidente da República Michel Temer, no Palácio do Planalto. O encontro - e a demissão - ocorrem após o governo lançar medidas com custo de R$ 13,5 bilhões para baixar o preço do diesel e ajudar a encerrar a greve dos caminhoneiros.

Em fato relevante, a companhia informa que a nomeação de um CEO interino será examinada pelo Conselho de Administração ao longo desta sexta-feira, e que a composição dos demais membros da diretoria executiva não sofrerá qualquer alteração.

Comunicado oficial
"Mudança na Administração
Rio de Janeiro, 1º de junho de 2018 – Petróleo Brasileiro S.A – A Petrobras informa que o senhor
Pedro Parente pediu demissão do cargo de presidente da empresa na manhã de hoje. A nomeação
de um CEO interino será examinada pelo Conselho de Administração da Petrobras ao longo do dia
de hoje. A composição dos demais membros da diretoria executiva da companhia não sofrerá
qualquer alteração.
Fatos considerados relevantes serão prontamente comunicados ao mercado."
Fora dos planos do Planalto

Em entrevista à Rádio Jornal nesta terça-feira (28), o ministro da Secretaria do Governo, Carlos Marun, havia dito que a saída do presidente da Petrobras não estava nos planos do Planalto. "Não há possibilidade de demissão de Pedro Parente". De acordo com Marun, que enalteceu o trabalho de Pedro Parente à frente da Petrobras, o ex-presidente resgatou a estatal de uma crise. "Ele está agindo com competência. Pedir a saída de Parente é um proselitismo político. Ninguém ganha com isso. Ele ajudou a tirar a empresa da crise, que hoje voltou a ser pujante", explicou.
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