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sexta-feira, 1 de junho de 2018

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“Há algo de podre no reino da Dinamarca”, já dizia o dramaturgo inglês William Shakespeare. Há algo de podre no golpe liderado pelo consórcio jurídico-midiático no Brasil.
A Folha, nesta sexta (1º), mostrou-se “preocupada” com a tática eleitoral do PT que consiste na manutenção da candidatura de Lula. O jornalão alerta que a “candidatura fantasma” poderá afastar aliados dos petistas, blá, blá, blá.
Também chamou a atenção a veemência com que a Globo, ao longo da greve dos caminhoneiros, se posicionou “contra” intervenção militar e colocou-se como paladina da “democracia” no país. Um show de cinismo, haja vista que a emissora apoiou o golpe militar que desgraçou o Brasil durante 21 anos e esteve na linha de frente do golpe que derrubou Dilma em 2016.

Não menos curiosa foi a manifestação do STF e seus ministros — sempre na telinha da Globo — acerca da “intervenção militar” pedida por manifestantes durante a greve. Trata-se de uma corte antidemocrática que não respeita a Constituição e que, no golpe de 2016, chancelou Michel Temer.

Tem algo de podre no reino do golpe.
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