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segunda-feira, 30 de julho de 2018

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Jovem progressista vem crescendo no conceito do eleitorado do Distrital Federal. 

Uma jovem iniciante na política tem se destacado no cenário político do DF. A economista e Auditora Federal de Finanças e Controle do Tesouro Nacional, Renata d’ Aguar, é tudo que o eleitor procura: com discurso firme e com propriedade em falar sobre fiscalização do Executivo, a Auditora tem conquistado multidões por onde passa. Além de representar a tão clamada renovação política, Renata tem reputação ilibada e vem unindo as forças do terceiro setor. A Progressista é idealizadora do projeto social Reciclando o Futuro, que foi idealizado junto com catadores do antigo lixão da estrutural com objetivo de dar visibilidade e dignidade àqueles trabalhadores, além de mostrar as riquezas que podem ser geradas a partir do que é descartado. O Projeto hoje gera oportunidade de renda através de cursos e oficinas.

Renata foi cotada na última semana para ser vice em uma chapa majoritária caso Frejat retomasse a sua pré campanha, e da onde vem tanta força da jovem auditora? Membro de unas das maiores e tradicional igreja de Brasília Batista central, ganha espaço como a nova opção para o evangélicos do DF já que todos do seguimento que compõe a CLDF tem acusações no judiciário pela operação dracom. Em grupos religiosos diz que renata é a bola da vez.

“ O povo precisa de capacitação e oportunidades de emprego. Não adianta dar uma bolsa por 6 meses para os catadores e não prepara-los para o futuro. Temos um governo inerte e inoperante que não tem compromisso com com a sociedade e que vem varrendo uma dura realidade pra debaixo do tapete. Até quando ? - questiona Renata”

Eu como deputada lutarei com armas mais eficazes para mudar essa realidade, como já venho fazendo desde o dia que me deparei com uma realidade tão discrepante dentro do Distrito Federal. Vou propor leis que incentivem a vinda de empresas para nossa capital, além de incentivar programas de microcréditos e capacitações. Temos uma carga tributária altíssima se comparado ao estado vizinho, primeiramente temos que buscar uma equalização fiscal em relação ao Estado de Goiás. Além de não termos incentivo ao pequeno e ao médio empresário”.



















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