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terça-feira, 17 de julho de 2018

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Renata d’Aguiar defende incentivo para empreendedores no DF


Pensando em melhorar a geração de empregos, Renata defende incentivo ao empreendedorismo como uma fonte de novas oportunidades
Economista, formada pela FGV, Auditora Federal de Finanças e Controle do Tesouro Nacional, Renata d’Aguiar é pré-candidata a deputada distrital. Empenhada em lutar por causas que melhorem a qualidade de vida das pessoas que moram no Distrito Federal, Renata defende o incentivo para atrair empresários para a capital.
Mesmo possuindo local adequado e mão de obra capacitada, grandes empresas evitam vir para a cidade, escolhendo os arredores de Brasília para instalar suas sedes. O motivo disso? Os altos impostos aplicados pelo governo.
Pesquisas mostram que a capital federal tem o terceiro maior mercado do país para se empreender, porém, Brasília aparece em último lugar no ranking das 32 localidades que possuem cultura empreendedora. Infelizmente a capital do país gira em torno do funcionalismo público, e essa cultura precisa ser mudada. 


Segundo dados divulgados em pesquisa realizada pelo DIEESE - , a taxa de desemprego do Distrito Federal aumentou consideravelmente de 2016 para 2017, saindo de 17,8% para 19,3%. Ainda segundo a pesquisa os 36 mil postos de empregos gerados em 2017 foram insuficientes ao necessário para atender a População Economicamente Ativa (PEA) formada atualmente por 1,6 milhões de pessoas.
Os dados alarmantes comprovam que a capital do país possui profissionais, mas não consegue demanda para comportar. Com o incentivo para novos empreendedores e/ou empresas que tenham interesse em migrar para Brasília, seria possível diminuir a taxa de desemprego consideravelmente: atualmente são mais de 300 mil pessoas a procura de uma oportunidade.
Nos últimos anos o Distrito Federal acompanhou a evasão de grandes empresas que saíram da cidade para implementar seu negócio a menos de 500km. O principal motivo para desistirem de investir na capital do país é que o governo local possui uma das maiores taxas de impostos do país. Enquanto em Brasília o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é de 12%, em Goiás, o mesmo imposto é cobrado a 2%.

“Brasília precisa sair dessa cultura de pensar tão massivamente em funcionalismo público e o governo precisa entender que atrair grandes empresas e incentivar pequenos e médios empreendedores proporciona para a capital do país mais geração de empregos. Além de estimular que jovens busquem melhores capacitações profissionais para engajar no mercado de trabalho”, explica Renata.


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