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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

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Conheça os 22 ministros empossados em cerimônia no Planalto
Entre estreantes e figuras experimentadas na política, generais e até um astronauta, a equipe do novo presidente tomou posse ontem. Eles começam a trabalhar hoje, após os eventos de transmissão de cargos, que acontecem ao longo do dia
Os 22 ministros de Jair Bolsonaro (PSL) assumem hoje o comando das pastas. Eles tomaram posse no fim da tarde de ontem, em cerimônia em que o presidente assinou a indicação de Roberto Campos Neto como presidente do Banco Central. O Senado ainda precisa aprovar a escolha. Em campanha, o então candidato havia prometido reduzir de 29 para 15 o número de ministérios.
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O primeiro ministro a ser empossado foi Sérgio Moro, ex-juiz federal que comandará o Ministério da Justiça. Na sequência, tomou posse o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, um dos nomes mais próximos de Bolsonaro desde a campanha presidencial.
As cerimônias de transmissão de cargo de cada ministério serão realizadas hoje. As primeiras estão marcadas para as 9h, quando vão assumir os postos, Onix, os ministros do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, da Secretaria de Governo, general Santos Cruz, e da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno.
Confira o perfil dos escolhidos de Bolsonaro.
Os escolhidos
Paulo Guedes
ministro da Economia Carioca, o economista de 69 anos tem doutorado. Liberalista, defende uma menor participação do Estado na economia. Fundou e presidiu o Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec).
Sérgio Moro
ministro da Justiça Nascido em Maringá, o juiz de 46 anos ganhou fama ao julgar os primeiros casos da Operação Lava-Jato, à frente da 13ª Vara Federal de Curitiba. Ele é mestre e doutor em direito.
Onyx Lorenzoni
ministro da Casa Civil Deputado federal há 16 anos, o médico veterinário foi eleito deputado federal por mais quatro anos. Foi um dos primeiros a apoiarem a candidatura do presidente eleito.
Augusto Heleno
Gabinete de Segurança Institucional Aos 71 anos, o general de quatro estrelas da reserva do Exército comandou a missão da ONU no Haiti. Também administrou o Comando Militar da Amazônia, um dos cargos mais relevantes do Exército.
Gustavo Bebianno
secretário-geral da Presidência O advogado de 54 anos é mestre em finanças corporativas e tem pós-graduações em gestão corporativa, em administração de empresas e em direito da economia e da empresa.
Carlos Alberto dos Santos Cruz
secretaria de Governo Nascido em Rio Grande (RS), o general de divisão de 66 anos é engenheiro civil e foi adido militar do Brasil em Moscou. De 2007 a 2009, comandou as tropas da ONU no Haiti.
Luiz Henrique Mandetta
ministro da Saúde Deputado federal por dois mandatos, o ortopedista de 54 anos foi responsável pela área de saúde do plano de governo de Bolsonaro. Foi secretário de Saúde de Campo Grande (MS).
Ricardo Vélez Rodríguez
ministro da Educação O colombiano naturalizado brasileiro de 75 anos tem graduação em filosofia, graduação em teologia, mestrado em filosofia, doutorado em filosofia e pós-doutorado
Tereza Cristina
ministra da Agricultura Engenheira agrônoma e empresária, a deputada federal foi reeleita para o segundo mandato, aos 64 anos. Ela ocupou a presidência da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).
Ernesto Araújo
ministro das Relações Exteriores Diplomata de carreira, serviu na Missão do Brasil junto à União Europeia em Bruxelas, e na Embaixada do Brasil na Alemanha, entre outras embaixadas.
Marcos Pontes
ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Nascido em Bauru (SP), o engenheiro aeronáutico de 55 anos é mestre em engenharia de sistemas, bacharel em administração pública e o primeiro brasileiro (e ainda único) a ir ao espaço.
Fernando Azevedo e Silva
ministro da Defesa Carioca de 64 anos e general de Exército desde 2014, foi chefe de Operações do II Contingente do Brasil na Missão da ONU do Haiti e comandou o Estado-Maior do Exército.
Tarcísio Gomes de Freitas
ministro da Infraestrutura
Consultor legislativo da Câmara dos Deputados e ex-diretor do Dnit, foi chefe da seção técnica da Companhia de Engenharia do Brasil na Missão da ONU no Haiti.
Gustavo Canuto
ministro do Desenvolvimento Regional
O paranaense tem 40 anos e é servidor efetivo do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Foi chefe de gabinete do Ministro da Integração Nacional e assumiu a Secretaria Executiva da pasta em agosto.
Osmar Terra
ministro da Cidadania
Médico, o gaúcho de 68 anos foi prefeito de Santa Rosa (RS), em 1992. Está no sexto mandato como deputado federal pelo MDB, reeleito em 2018.
Damares Alves
ministra das Mulheres, Família e Direitos Humanos
A paranaense de 54 anos é educadora, advogada, assessora parlamentar e defensora dos direitos humanos. Tem um projeto de lei sobre a criação do Estatuto do Nascituro.
Ricardo de Aquino Salles
ministro do Meio Ambiente
O bacharel em direito de 43 anos foi secretário de Estado do Meio Ambiente de São Paulo entre 2016 e 2017, na gestão de Geraldo Alckmin (PSDB).
Bento Costa Lima
ministério de Minas e Energia
O almirante de esquadra, foi chefe de gabinete do Estado-Maior da Armada, chefe do gabinete do Comandante da Marinha e secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha.
Marcelo Álvaro
ministro do Turismo
O deputado federal foi vereador em Belo Horizonte. Nas eleições de 2018, aos 44 anos, coordenou as ações de campanha de Jair Bolsonaro em Minas Gerais. É presidente do PSL mineiro.
Antônio Roberto Campos Netopresidente do Banco Central
Mestre em economia, tem 49 anos e é neto de Roberto Campos, que comandou o Ministério do Planejamento no governo de Castelo Branco (1964-1967). Trabalhou nos bancos Bozano Simonsen e Santander.
Wagner Rosário
ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU)
Conhecido por seu perfil técnico, permanece à frente da pasta que assumiu em junho de 2017. É auditor federal de Finanças e Controle da CGU desde 2009. Foi capitão do Exército.
André Luiz de Almeida Mendonça
ministro da Advocacia-Geral da União (AGU)
Advogado, exerceu os cargos de corregedor-geral e diretor de Patrimônio e Probidade. É doutor em direito e governança global e mestre em estratégias anticorrupção e políticas de integridade.


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