Page Nav

HIDE

Grid

GRID_STYLE

Pages

Classic Header

{fbt_classic_header}

Últimas notícias

latest

Tiroteio em Águas Claras tem relação com tráfico; suspeito está foragido

Tiroteio em Águas Claras tem relação com tráfico; suspeito está foragido Em nota, a Polícia Civil diz que houve abordagem a um suspeito de...


Tiroteio em Águas Claras tem relação com tráfico; suspeito está foragido
Em nota, a Polícia Civil diz que houve abordagem a um suspeito de envolvimento ao tráfico de drogas, que conseguiu fugir
Homem procurado por suspeita de tráfico de drogas(foto: PCDF/Divulgação)A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou, na noite desta quarta-feira (28/8), que o tiroteio em Águas Claras, durante a tarde, teve relação com uma apreensão de drogas na região administrativa. Em nota, a corporação afirmou que policiais da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) encontraram uma grande quantidade de haxixe, ecstasy e cocaína em um apartamento da região administrativa. Foram achados ainda um simulacro de pistola, uma balança de precisão e insumos para a fabricação de ecstasy.
A nota prossegue informando que, durante a ação, houve perseguição a um segundo envolvido, mobilizando também agentes da Divisão de Operações Especiais (DOE). "O fugitivo abandonou o veículo e acabou não sendo localizado", finaliza a nota, sem dar esclarecimentos sobre os tiros que assustaram a população. Segundo a corporação, mais informações serão dadas na quinta-feira (29/9), durante coletiva de imprensa.
A PCDF divulgou ainda uma imagem do homem abordado (foto acima), que conseguiu fugir e é considerado foragido. Informações sobre sua localização podem ser feitas pelo Disque Denúncia, número 197.
Tiros em plena luz do diaA abordagem ao suspeito foi seguida de tiros em uma área movimentada de Águas Claras, por volta das 16h. Uma das balas acertou a porta de um caminhão e por pouco não acertou um entregador. Moradores disseram que os tiros partiram dos policiais, o que gerou questionamentos sobre a ação.
"Eu fico indignada. É a nossa segurança. Mesmo sendo polícia, não dá para sair atirando. Eu estava com o vidro aberto e só falei para a minha filha 'abaixa, abaixa'. Foi assustador. Poderia ter atingido alguém”, contou Marilda Pereira Maio, administradora de 43 anos.

Estagiários sob supervisão de Humberto Rezende