( 00:00:00 )

sábado, 14 de setembro de 2019

author photo

Clube do Choro se abre ao samba e ao rock para atrair novas gerações
Antes dominada pela música instrumental, a casa passou a receber shows de diferentes estilos. O resultado é a renovação do público
De no fim da década de 1970, nomes como Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha e Jacob do Bandolim eram os únicos a ecoar pelo Clube do Choro, hoje a situação é outra. Rock, samba, MPB e jazz: a atual diversidade musical da programação reflete no rejuvenescimento do tradicional centro cultural projetado por Oscar Niemeyer – que completa, em 2019, 42 anos de atividades.
De acordo com o responsável pela curadoria artística, Reco do Bandolim, a intenção do novo roteiro de shows é, sobretudo, manter as portas da casa abertas a artistas de outros estilos que sofrem com a falta de oportunidades na capital federal.
“A nossa matéria-prima é a música instrumental e nós não abrimos mão disso. Ainda assim, como Brasília carece de espaços, é também nossa obrigação receber pessoas de todos e quaisquer gêneros musicais. É dessa maneira que contribuímos para o desenvolvimento da cultura do DF”, afirma o presidente do Clube do Choro.

your advertise here
Próximo Próximo
Anterior Anterior