quarta-feira, 11 de setembro de 2019

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Polêmica em torno da nova CPMF derruba Marcos Cintra, secretário da Receita
O ministro Paulo Guedes exonerou o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, nesta quarta-feira. José de Assis Ferraz Neto assume o cargo interinamente
A proposta da criação de um imposto semelhante à extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) provocou uma nova baixa no governo federal. O ministro Paulo Guedes exonerou o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. José de Assis Ferraz Neto assume o cargo interinamente.
As informações são de que Guedes não gostou do fato de um dos assessores de Cintra, o secretário adjunto da Receita Federal, Marcelo de Sousa Silva, ter apresentado, na terça-feira (10/9), quais seriam as alíquotas em análise pela equipe econômica. O ministro desaprovou a antecipação dos dados, que ainda não foram acertados com o presidente Jair Bolsonaro.
Silva afirmou, durante seminário em Brasília, que a proposta do governo seria taxar cada saque ou depósito em dinheiro com uma alíquota inicial de 0,40%. Nos pagamentos mediante operações de débito e de crédito, a cobrança seria de 0,20% para cada lado da operação (pagador e recebedor). 

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