quarta-feira, 23 de outubro de 2019

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O presidente do PSL e seus seguidores, mostraram total despreparo para comandar uma sigla partidária e sofrem uma derrota de prestígio, já calculada pelas outras velhas raposas da política.
Na realidade o tal do “ novo” esqueceu, ou nem sabia, que existem regras que são cumpridas até entre bandidos: chefe é que tem o comando, neste caso o da caneta.
Na realidade, a história de mudanças no toma lá dá cá nunca tinha passado pelo pensamento do comando da sigla, o Bolsonaro era apenas o Mito que podia levar o partido a ter o lugar que outrora teve o PT. Esqueceram que o comandante era outro.
Sem grandes cargos, sem toma lá dá cá, resolveram dar uma rasteira no presidente, acertaram com o DEM uma fusão, levariam o fundo
Partidário e a bancada seria a maior do Congresso, só que esqueceram de combinar com Bolsonaro.
Deu no que deu.
Quem era alguma coisa, já era.
Ruíram sonhos de prefeitura de São Paulo, de líder de governo, de ter o comando partidário e de grandes oportunidades nada republicanas.
Candidatos expressivamente eleitos perderam apoio popular de forma estrondosa e já temem derrotas nas próximas eleições. A duras penas o PSL descobre que o presidente realmente vai cumprir o que falou e que foi ele que quem os elegeu, não o PSL.
Uns pensam em vingança outros em se acomodar neste barco, outros mais cautelosos aguardam o final deste episódio, que ainda está longe de acabar.
Fica a lição: “ Macaco velho não mete a mão em cumbuca.”
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