domingo, 3 de novembro de 2019

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Distrital afirma que atual momento político foi usado pela ex-esposa para ataca-lo. 
A indicação para integrar a CPI do feminício teria sido o estopim da confusão.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) concedeu medida protetiva à Vanusa Ferreira, ex-mulher do deputado distrital Hermeto (MDB). 
De acordo com a advogada, ela sofria perseguição, ameaças e assédio moral. Por Essa razão, o deputado tem que ficar com distância mínima de 300 metros dela e deverá comparecer ao TJDFT em 26 de novembro para atendimento com equipe multidisciplinar.
Hermeto nega as acusações da ex-mulher e diz ser vítima de armadilha, já que as denúncias teriam feito após o fim do casamento.
Vanusa afirma que teve diversas chances de denunciar Hermeto, mas preferiu preservar a imagem dele. No entanto, quando foi divulgado que ele participaria da CPI do feminicídio, decidiu se pronunciar. Ela conta, também, que o deputado entrou na casa dela sem autorização enquanto ela estava numa viagem à China.
O deputado é um dos integrantes da CPI do feminicídio na Câmara Legislativa do DF, que tem o objetivo de apurar a razão do alto índice de casos no Distrito Federal. Quanto à entrada na casa de Vanusa, ele explica que não havia nenhuma medida protetiva na época e que foi apenas buscar pertences pessoais.
Reação
Após se ver envolvido com as acusações da ex-esposa, o parlamentar busca mostrar sua versão da história e afirma que nunca cometeu qualquer tipo de agressão contra Vanusa e vai além.
Hermeto diz que pediu a separação em setembro deste ano, após descobrir que foi vítima de traição por parte de Vanusa, “eu provo que ele me traia, esse é o verdadeiro motivo da minha separação“.
Para contrapor a versão da ex-companheira, o distrital entrou com uma ação em que pede a apuração de falsa comunicação de crime, calúnia, injúria e difamação.
Durante as tratativas da separação, o ex-casal não chegou a um acordo. Hermeto diz que Vanusa exige ficar com a casa em que viviam, além de uma pensão de R$12 mil.
“ELA É ADVOGADA, MUITO INTELIGENTE, TEM UM EXCELENTE SALÁRIO, FOI SÓ DEPOIS QUE EU NÃO ACEITEI OS TERMOS DO DIVÓRCIO É QUE ELA REGISTROU A PRIMEIRA OCORRÊNCIA”.
O deputado acredita que o pano de fundo da história é o fato de que a ex-esposa querer seguir a carreira política, para isso, queria usar a notoriedade dele para se lançar a distrital nas próximas eleições.
“EU EXONEREI TODOS OS INDICADOS DELA EM MEU GABINETE E ISSO FEZ COM QUE ELA FICASSE FURIOSA”.
Hermeto acredita ainda, que sua indicação para integrar a CPI do feminicídio foi o momento propício para Vanusa ganhar os holofotes. “Muito estranho ela só entrar com essa medida logo após minha indicação. Eu só quero viver minha vida em paz, ser feliz, cuidar do meu mandato e das comunidades que me elegeu“, afirmou o parlamentar. JBr
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