domingo, 1 de dezembro de 2019

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Utopia, suor e sexo – as prostitutas na construção de Brasília
O Metrópoles publica todo mês, até abril de 2020, uma reportagem sobre as histórias de amores durante o nascimento de Brasília
As prostitutas chegaram ao canteiro de obras da nova capital antes mesmo dos arquitetos. Dois meses depois de aprovada a lei que autorizava a construção de Brasília (Lei nº 2.874, de 19/09/1956), as três primeiras trabalhadoras do sexo entraram no Distrito Federal como as caravanas circenses nas cidades pequenas. Chegaram, chegando. O relato é de Atahualpa Schmitiz da Silva Prego ao Arquivo Público do DF. Engenheiro que abriu a pista de pouso do aeroporto, o carioca com nome de imperador inca conta que “o pessoal reclamava muito”…, “não tinha mulher, não tinha coisa nenhuma”.
(Uma das acepções do dicionário para “coisa” é “algo que não se quer ou não se pode nomear”. O Houaiss registra 109 sinônimos para meretriz).
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