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“Não deve alterar quase nada na programação”, diz Ismael sobre cancelamento de compra de vacina chinesa

  Presidente sinalizou o cancelamento de acordo feito pelo Ministro Pazuello Secretário de Saúde, Ismael Alexandrino | Foto: Reprodução O se...

 Presidente sinalizou o cancelamento de acordo feito pelo Ministro Pazuello


Secretário de Saúde, Ismael Alexandrino | Foto: Reprodução

O secretário de Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino, afirmou ao Jornal Opção que um possível recuo do Ministério da Saúde em relação à compra da vacina chinesa não deve alterar a programação feita para imunização da população, já que foi apresentada mais de uma vacina durante o encontro desta terça-feira, 20.

“O Ministério da Saúde ainda não nos enviou um comunicado oficial. Mas se esta for a deliberação não deve alterar quase nada na programação, visto que tem outras apontadas para serem disponibilizadas em janeiro”, explicou o titular da SES.

Ainda de acordo com Ismael, certamente o Ministério da Saúde, que é o responsável pelo PNI(Programa Nacional de Imunização), conduzirá a questão sem qualquer prejuízo à população.

Reação de Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reagiu negativamente ao acordo firmado pelo Ministério da Saúde  por envolver a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, a vacina contra covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.

Segundo apuração do Poder360, o presidente teria enviado mensagens a ministros em que afirma: “Alerto que não compraremos vacina da China. Bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid-19“. No Facebook, o presidente reforçou que o Brasil não comprará o imunizante da China.

Outras vacinas

Com a aquisição da Butantan-Sinovac, o Ministério da Saúde conseguiria disponibilizar mais de 186 milhões de doses ainda no primeiro semestre de 2021 à população. Já haviam sido adquiridas as vacinas AstraZeneca e Covax.

De acordo com o Ministério da Saúde, a Butantan-Sinova e a AstraZeneca estão na fase três de produção, quando já são testadas em milhares de pessoas. Além destas, a partir de abril do próximo ano a Fiocruz deve iniciar a fabricação própria da AstraZeneca. As vacinas ainda devem ser liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: Jornal Opção


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