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Mario Frias é acusado de racismo após sugerir "banho" a historiador negro

Mario Frias é acusado de racismo após sugerir "banho" a historiador negroComentário do Secretário da Cultura do governo federal fo...

Mario Frias é acusado de racismo após sugerir "banho" a historiador negroComentário do Secretário da Cultura do governo federal foi deixado em publicação onde o professor dizia ter comprado fogos de artifício para eventual morte de Bolsonaro
O Secretário Especial da Cultura do governo de Jair Bolsonaro, Mario Frias, foi acusado de racismo após sugerir que Jones Manoel, historiador e ativista, necessita de um “bom banho”. O comentário foi postado nas redes sociais, nesta quinta-feira (15/7).
Frias comentou em uma publicação no Twitter de Tercio Arnaud Tomaz, secretário especial da Presidência da República. A imagem mostra uma matéria com a legenda “Jones Manoel diz que já comprou fogos para eventual morte de Bolsonaro”.
Tercio questiona: “A pergunta que não quer calar: Quem caralhas é Jones Manoel?”. Irritado com a fala do historiador, Frias responde: “Não sei. Mas se soubesse diria que ele precisa de um bom banho”.
O ativista pernambucano rebateu as críticas. "O Governo liberal-fascista de Bolsonaro é lotado de racistas, nazistas e tudo o que não presta. Hoje foi o ex-ator frustrado e atual fascista com uma agressão racista".
O educador lembrou ainda que Roberto Alvim, antecessor do secretário, também foi acusado de racismo por interpretar o ministro da propaganda nazista Joseph Goebbels em um vídeo institucional.

A declaração de Frias repercutiu nas redes sociais.

Com a reação negativa dos internautas, Frias se defendeu: "Toda pessoa suja precisa tomar banho e não existe pessoa mais suja do que aquela que deseja e celebra a morte de um Chefe de Estado democraticamente eleito enquanto louva um genocida como Stalin".

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