Desembargador Sebastião Coelho, antes desembargador e agora advogado, tem se destacado como uma voz influente na direita brasileira, especia...
Desembargador Sebastião Coelho, antes desembargador e agora advogado, tem se destacado como uma voz influente na direita brasileira, especialmente após assumir a defesa de um dos réus dos atos considerados golpistas de 8 de janeiro. Sua trajetória ganhou notoriedade nacional há aproximadamente um ano, quando, durante uma sessão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), anunciou sua aposentadoria. Esta decisão veio como um protesto contra Alexandre de Moraes, na época de sua posse no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacando-se por seu discurso contundente e crítico.

Recentemente, Desembargador Sebastião Coelho liderou a “Caminhada em Prol da Liberdade”, um evento que agitou a cidade durante o feriado da Proclamação da República do Brasil, ocorrido nesta quarta-feira (15). Essa caminhada, marcando o aniversário de 133 anos da República, teve como pano de fundo a defesa da liberdade de expressão e a oposição ao que Coelho descreve como “ativismo judicial”. O ex-desembargador argumenta que o Brasil atualmente enfrenta um “novo império judicial”, uma referência ao que ele vê como uma interferência excessiva e ilegítima do judiciário nas liberdades individuais e na expressão.

Coelho critica abertamente o que considera serem limitações às liberdades, particularmente no que tange à liberdade de expressão, e descreve a situação do Brasil como um estado de exceção, no qual um poder se sobrepõe aos demais. Ele questiona a integridade da democracia brasileira sob estas circunstâncias.
Além disso, Sebastião Coelho vem se destacando pela sua constante defesa da direita e por cobrar a participação de parlamentares deste espectro político em eventos significativos. Suas declarações e ações têm sido um catalisador para manifestações em todo o país contra o que ele e seus seguidores veem como uma tirania do Supremo Tribunal Federal (STF). Em um episódio marcante, o desembargador subiu em uma árvore durante um protesto, proclamando: “O tempo do medo acabou!”, simbolizando assim seu desafio e resistência às atuais estruturas de poder.

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