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quinta-feira, 19 de julho de 2018

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Ao cair da tarde de hoje (19), com 24 horas de atraso ao prazo a anterior, a Terceira via deverá se consolidar como principal força de oposição na Capital Federal, lançando as candidaturas de Jofran Frejat, do PR, a governador, e Izalci Lucas, do PSDB, como vice. Os últimos retoques dessa composição estão em curso desde a manhã de hoje.

A ideia-força dessa fórmula será apresentar ao eleitorado do Distrito Federal uma chapa de reconhecida capacidade de gestão. As pesquisas indicam que a rejeição ao atual governador, Rodrigo Rollemberg, decorre fundamentalmente de sua imagem administrativa negativa. Não há críticas fortes à probidade do governador. Aí é que mora o perigo.

Não obstante as pesquisas negativas indicarem uma situação difícil para a reeleição do atual governador, as forças da Terceira Via não descartam as possibilidades de recuperação da candidatura oficial. Num cenário de poucos recursos tanto de comunicação como de limitações financeiras às campanhas, uma força eleitoral próxima da máquina governamental deve ser temida. É o que dizem.

A nova chapa, que foi recosida ontem depois do rompimento do candidato Jofran Frejat com algumas bases de seu partido, em confronto com a direção nacional. Entretanto, o candidato nacional do PSDB Geraldo Alkmin veio a Brasília e, junto com o presidente do PSDB local, deputado federal Izalci Lucas, reconstruíram a fórmula. Izalci deverá ser candidato a vice-governador, ficando uma das vagas de senador, como previsto, para o senador Cristovam Buarque, do PPS, e a outra ainda em negociações, podendo caber ao deputado federal Rogério Rosso, do PSD.

A candidatura de Rosso ao parlamento encaixa-se na estratégia do presidente nacional do partido, ministro Gilberto Kassab, que pretende eleger uma forte bancada federal nas duas Casas do Congresso. Esse seria o melhor posicionamento para seu líder local, deputado Rogério Rosso. Neste sentido, Kassab informou a seus candidatos nos estados que o PSD concentrar seus recursos partidários nas chapas legislativas. Rosso estaria, assim, candidato à Câmara Alta, alinhado com a direção nacional e teria uma campanha bem sustentada.

Com isto o dirigente nacional do PR, Waldemar da Costa Neto, deixa de lado sua composição local para se alinhar com o a aliança nacional em torno da candidatura do ex-governador Geraldo Alkmin numa posição muito forte, pois garante ao candidato tucano um palanque fortíssimo na capital da República. Entregando o DF, o chefe republicano estaria numa posição relevante. Esta é a nova visão.

Agência Digital News
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