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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

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“Se não for minha, não será de mais ninguém”, teria dito assassino de Pedrolina
Em ligação anônima, uma pessoa contou à polícia que João Marcos Vassalo conhecia a vítima. Assediada por seu algoz, a auxiliar sentia medo
ma ligação anônima ajudou a esclarecer as circunstâncias da morte da auxiliar de serviços gerais Pedrolina Silva, 50 anos. Segundo a pessoa que acionou a PCDF, João Marcos Vassalo da Silva Pereira, 20, teria dito a diversas pessoas no condomínio em que os dois moravam o seguinte: “Se não for minha, não será de mais ninguém”. Ambos residiam no Paranoá Parque.
Segundo Bruna Eiras, delegada cartorária da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), a ligação entre vítima e assassino será investigada e, dependendo do que for apurado, o caso poderá ser tratado como feminicídio. A policial afirmou que Pedrolina já teria sido assediada por seu algoz, mas sempre recusou qualquer tipo de aproximação. Chegou a dizer que tinha medo dele.
De acordo com a Polícia Civil, o desempregado confessou tê-la estuprado e assassinado para encobrir o estupro. Contou, em depoimento, que estava no mesmo ônibus em que Pedrolina seguia para se encontrar com uma amiga.
O homem disse que desceu em uma parada depois do local de desembarque de Petrolina e correu até o ponto em que a vítima estava para atacá-la. Afirmou que esganou a vítima, mas a causa da morte foi um corte de arma branca no pescoço.
Veja o vídeo do momento em que Pedrolina é atacada na parada de ônibus:

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