terça-feira, 22 de outubro de 2019

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Tasso apresenta parecer final na CCJ. Segundo fontes próximas à Comissão, nada mudou no texto da Câmara

Segundo analistas, crise no PSL não atrapalha a reforma no Senado
Para Mourão e analistas, a crise no PSL não atrapalha votação do segundo turno da reforma no Senado. Mas as pautas futuras podem sofrer
A confusão das listas para a liderança na Câmara do partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL, não deve afetar a votação desta terça-feira (22/10) do segundo turno da reforma da Previdência no Senado, tanto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) quanto no plenário da Casa. A expectativa de fontes próximas aos senadores favoráveis é de que a votação na CCJ, prevista agora de manhã, em sessão extraordinária, seja “rápida, sem possibilidade de aprovar qualquer emenda de mérito, nem destaque”.
O presidente em exercício Hamilton Mourão minimizou o impacto da crise na legenda sobre a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº6, que trata da mudança no sistema de aposentadorias. “O Senado parece que não foi contaminado pela disputa interna. Espero que, daqui para as próximas semanas, o PSL se reorganize”, exortou.
Na avaliação do cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria, a aprovação da reforma é certa, mas ressaltou que não há garantias de que as futuras pautas da agenda econômica terão tramitação mais fácil no meio da crise na base do governo.
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